Araucárias contra o céu ao amanhecer, no Planalto Catarinense
Lages · Planalto CatarinenseCentro Vianei de Educação Popular

Educação popular e agroecologia desde 1983.

Centro Vianei de Educação Popular — Vianei

No tempo da araucária, aprender junto com quem vive da terra.

Educação popular · Agroecologia · Restauração florestal · SAT Pinhão

(01) Quem somos

Aprendizado coletivo,desenvolvimento sustentável e justiça social.

O Centro Vianei de Educação Popular é uma entidade sem fins lucrativos que trabalha com educação popular, agroecologia e restauração florestal. Desde 1983, junto a extrativistas, agricultoras e agricultores familiares e assentados do Planalto Catarinense, promove a autonomia coletiva e a valorização dos saberes e fazeres tradicionais.

Extrativista sobe o tronco de uma araucária para colher pinhas
Fig. 01 — Na araucária, a colheita do pinhão.

(02) Nossa história

Desde 1983,no mesmo território.

Quem somos →
  1. 1983: Nasce o Projeto Vianei

    Ligado ao Instituto São João Batista Vianei, da Diocese de Lages, o projeto partiu de profissionais das Ciências Humanas e Sociais, com a ideia de uma formação voltada a jovens filhos de agricultores. No início, contou com o apoio do MEC.

  2. 1988: Formalização como AVICITECS

    Em junho de 1988, o Centro Vianei foi formalizado como Associação Vianei de Cooperação e Intercâmbio no Trabalho, Educação, Cultura e Saúde.

  3. Hoje: Em rede pelo campo

    O Centro Vianei participa de redes da sociedade civil que trabalham na promoção e assessoria da agricultura familiar, da agroecologia e da soberania e segurança alimentar.

    Grupo reunido em um campo com mudas plantadas e morros ao fundo
Grupo caminha por um campo com araucárias ao fundo
Roda de pessoas em volta de uma mística com sementes e flores no chão de um ginásio
Agricultores e agricultoras sentados em uma sala durante uma oficina
Mudas nativas sendo carregadas em um caminhão no viveiro
Pinhões e pinhas debulhadas sobre a grama

(04) Onde atuamos

No Planalto Catarinense,do campo à cidade.

Extrativistas, agricultoras e agricultores familiares e assentados, e consumidores de produtos agroecológicos — preferencialmente jovens e mulheres.