Centro Vianei de Educação Popular

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Carbono Social em Rede Está Sendo Divulgado em Plataforma da FAO

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 Plataforma Boas Práticas
No final de outubro de 2014 esteve em Lages o agrônomo Carlos Antônio Biasi, Oficial Nacional de Programas da FAO (Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura). Naquela oportunidade, na Amures, seu objetivo era conhecer melhor projetos, ações e iniciativas levadas adiante na região com foco em  Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável, Agricultura Orgânica (de baixo impacto), uso de fontes alternativas de energia, entre outras,  que pudessem servir de referência para outros países (e/ou grupos de pessoas) por suas peculiaridades como baixo impacto ambiental e custos, resultados obtidos (econômicos e sociais), entre outros.

Naquele dia, o Centro Vianei de Educação Popular, apresentou a Biasi o projeto Carbono Social em Rede, desenvolvido na região desde 2011, com patrocínio da Petrobrás, cujo principal mérito  é fazer um elo entre empresas e/ou pessoas e agricultores familiares em ações de preservação/recuperação ambiental, através do plantio de árvores para compensação das emissões de CO2 (Gás Carbônico) emitidas. Pelo projeto, já foram produzidas, distribuídas e plantadas pelo menos 500 mil árvores nativas em cerca de 1.300 propriedades de pequenos agricultores da região.
 
Visibilidade mundial

                No começo desta semana, depois de vários meses em análise, o projeto Carbono Social em Rede foi selecionado e está sendo divulgado para  o mundo na plataforma “Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável” (www.boaspraticas.org.br). A partir de agora, o projeto de Lages poderá ser replicado na sua totalidade ou em partes em outras regiões do mundo (América Latina, África, Caribe e Ásia). E o Centro Vianei, pelo projeto que desenvolve, também poderá receber a visita  de técnicos, estudantes e grupos de agricultores desses países, num intercâmbio mundial pela sustentabilidade.

                Para o agrônomo José Luís Carraro, que coordena o projeto pelo Centro Vianei, “ter sido escolhidos e constar em tão importante plataforma de divulgação da FAO para nós é muito importante. Trata-se de um reconhecimento ao trabalho que fazemos, metodologia utilizada e resultados obtidos junto com as famílias dos agricultores familiares e indígenas que o projeto atinge”, comentou.

                “Com essa plataforma, através de divulgação pela internet, queremos replicar boas experiências levadas adiante por entidades públicas e/ou privadas do Sul do Brasil, incluindo ONGS, Cooperativas e Associações, em agricultura, meio ambiente, desenvolvimento sustentável, uso de energias alternativas e renováveis, entre outras. Às vezes, pequenas e bem sucedidas experiências realizadas aqui no Brasil servirão muito bem para serem implantadas em outros países. E vice versa”, explicou o Oficial Nacional de Programas da FAO, Carlos Antônio Biasi.


 
Loreno Siega – Sinergia Comunicações – Assessoria de Imprensa