
Produzir alimentos saudáveis, gerar renda para as famílias agricultoras e cuidar da natureza. Esses são alguns dos objetivos do projeto Promoção, fortalecimento e ampliação de sistemas de produção agroecológicos e em transição, por meio de processos de estruturação produtiva, acompanhamento técnico e formação para agricultoras e agricultores familiares do Sul do Brasil, realizado por uma rede de organizações que atua em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
A iniciativa apoia agricultoras e agricultores familiares, jovens rurais, povos indígenas, comunidades quilombolas, extrativistas e povos e comunidades tradicionais que constroem diariamente sistemas de produção agroecológicos e em transição.
Ao longo do projeto, serão desenvolvidas ações de estruturação produtiva, acompanhamento técnico, formação e intercâmbio de experiências, fortalecendo a produção de alimentos saudáveis e a segurança alimentar nos territórios atendidos.
O projeto está presente em 51 municípios da Região Sul do Brasil, abrangendo cinco territórios:

As famílias participantes recebem apoio para aprimorar seus sistemas produtivos, com acesso a insumos, sementes, mudas, equipamentos e outras estruturas necessárias para ampliar a produção agroecológica.

Equipes técnicas realizam visitas periódicas às propriedades rurais, construindo soluções junto às famílias e valorizando os conhecimentos desenvolvidos nos próprios territórios.

São promovidas oficinas, cursos e intercâmbios que reúnem agricultoras, agricultores, estudantes, professores, técnicos e organizações locais para compartilhar experiências e fortalecer a agroecologia.

Experiências bem-sucedidas desenvolvidas pelas famílias e comunidades são registradas e compartilhadas, ampliando o acesso ao conhecimento e inspirando novas iniciativas.

A agroecologia fortalece a produção de alimentos saudáveis, reduz a dependência de insumos externos, valoriza os conhecimentos tradicionais, promove a conservação ambiental e contribui para a permanência das famílias no campo com qualidade de vida.
Mais do que uma forma de produzir alimentos, a agroecologia fortalece comunidades, amplia a autonomia das famílias agricultoras e aproxima quem produz de quem consome.

O projeto também busca ampliar a participação de grupos historicamente invisibilizados nas políticas públicas e nos processos de desenvolvimento rural. Entre suas metas estão:
Além disso, o projeto prioriza o atendimento a povos indígenas, comunidades quilombolas, extrativistas e povos e comunidades tradicionais.

Início: Janeiro de 2025.
Duração: 20 meses.
O projeto é executado pelo Centro Vianei, em parceria com Cepagro, AS-PTA, CETAP e Cemear, com recursos do 1º edital "Da Terra à Mesa", promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Governo Federal.
